VVVVVV>&&&&&%gt;gt;>>>>>>>>>>>>>>>>>"Ver e ouvir são sentidos nobres; aristocracia é nunca tocar."

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e clama; penso depois para justificar o que foi escrito"


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"Resolvi não exigir dos outros senão o mínimo: é uma forma de paz..."

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domingo, 30 de maio de 2010

Worsleya rayneri (JDHooker) - Rabo-de-Galo ou Flor da Imperatriz -






Rabo-de-Galo ou Flor-da-Imperatriz.



Embora não seja uma orquídea, é sem dúvida uma bela e rara espécie. Apesar de ser ainda muito desconhecida e pouco comentada pela mídia, vale saber da sua existência, se não preservamos as poucas que sobraram na natureza, em questão de tempo, só serão vistas em cultivo. E mesmo em cultivo são raras, mantê-las em coleção costuma fracassar com o apodrecimento dos bulbos ou com a desitratação devido a calor.



Durante décadas foi comentada como uma raridadae de lendária beleza, depois recebeu a status de espécie à beira da extinção. Atualmente tornou-se mais conhecida e documentada visualmente, principalmente pela ação da internet e dos grupos sociais visando a sua preservação, utilizam a notória beleza da espécie para sensibilizar e cooptar simpatias. Aqui utilizamos a mesma estratégia, quem conhece preserva !


Soberba criatura.

Embora seja uma espécie brasileira, é muito pouco conhecida por aqui, a razão desse artigo é tentar fazê-la mais conhecida, mais comentada, então, talvez, propagada comercialmente e menos próxima da extinção por coletas clandestinas. Todas as plantas cultivadas criam condições de sobrevivência muito eficaz, quem sabe um dia possam até ser reintroduzidas na natureza.


Essa famosa e desejada espécie de Amaryllidaceae fluminense sempre foi rara, nunca houve fartura de fornecimento, ainda hoje há grande demanda por exemplares entre os colecionadores de plantas bulbosas. Medrava originalmente nos campos rupestres e encostas rochosas nas altitude de apenas 12 montanhas graníticas ( inselbergs ) da Região de Araras , próxima a Petrópolis-RJ, nos dias de hoje é abundande em apenas uma. Em porte, é a maior espécie dessa família, uma das mais belas e com uma vegetação de características altamente singulares.



Encontra-se fortemente ameaçada de extinção, seja pela intensiva coleta predatória, como também pelos sucessivos incêndios provocados pela mão do homem, estes arrasam com a vegetação nativa das altitudes dessa região. Está conservada em algumas poucas áreas de preservação, já a décadas encontra-se na lista oficial de plantas brasileiras ameaçadas de extinção.



O nome popular Rabo-de-Galo é muito pertinente e as fotos mostram bem.

Porte nobre e de indiscutível beleza.

É tradicionalmente designada de Flor-da-Imperatriz, também é chamada de Íris ou Amarílis Azul ou ainda de Rabo-de-Galo, este é o nome mais usado ultimamente e deriva do peculiar display das folhas. O nome científico mais conhecido, é o já supracitado neste artigo, já o botanicamente válido é Worsleya procera, é algo mais antigo, por isso prevaleceu - essa é a única espécie desse gênero. Utilizamos aqui a designação científica mais famosa por razões práticas de localização do artigo na internet.



No seu habitat natural, apresenta populações mais significativas a partir dos 1.000 m de altitude, divide espaço com uma flora também endêmica, interessante e variada: Prepusa conata, Benevidesia organensis, Tillandsia grazielae, Mandevilla pendula, Glaziophiton e Tillandsia reclinata.

O nome Rabo-de-Galo deriva da singular forma vegetativa que apresenta.


É também especialmente encontrada, sempre dentro da mesma área restrita já indicada, anteriormente, próxima à quedas d'água, onde repete-se o quadro de muita umidade e movimento de ar. O clima é o típico dessas altitudes nas gigantescas pedras graníticas do RJ , há muita insolação, movimentação constante de ar e neblina noturna diária interminente, e constante durante o passar dos dias chuvosos ou nublados. Podendo sofrer repentinas quedas de temperatura e até memo secas ocasionais, mas o calor nessas altitudes é inexistente.

O raso cambiossolo onde medra, é composto por uma mistura dos minerais resultantes do intemperismo da rocha matriz e acúmulo de material orgânico do próprio local. Comunicou-me um leitor amigo e colaborativo : "Conheço o habitat de algumas plantas citadas, e digo, pra contribuir, e por experiencia propria, a Worsleya só sobrevive em brita com uma concentração minima de materia organica, ela detesta ter raizes abafadas, precisa de intenso aeramento". Obrigado pela valiosa colaboração !!!!!!. Aceitando-se esta informanção, obviamente deduzimos que a obtenção de nutrientes é através da água que escorre, carreando material orgânico decomposto e sais minerais das rochas graníticas. Portanto uma adubação química, semelhante a classicamente fornecida às orquídeas, seria bastante recomendada. Como o habitat está sujeito às fortes alternância metereológicas, onde extremos de variáveis ambientais ocorrêm sem raridade, o ciclo de vida e morte dessa flora saxícola é acelerado, e acumula-se então alguma matéria vegetal em decomposição no ambiente.


Resumindo-se o quadro ambiental: vive na turfa rasa misturada a detritos variados, em cima de rocha granítica, sujeita a todas as intempéries, menos a altas temperaturas (sendo já crítico o patamar de 28°C no verão ) , o frio congelante prolongado também a danifica.















Floresce no fim do verão ou início do outono.

A planta é bulbosa, acumula nutrientes, energia e água; como tal, é de fácil transferência por propagação vegetativa, mas apenas em locais de clima compatível. Não há muito mistério para a sua propagação, esta pode ser por divisão de touceiras, estacas ( mudas ) de bulbos ou por sementeira. Floresce no verão. Nas fotos abaixo é possível ver o aspecto vegetativo ( a altura da planta varia de 70 cm a 1,5 m de altura ), a pré-floração, o método para a sua semeadura e o desenvolvimento dos seedlings ( plântulas derivadas de sementeira ).











Plantas comerciais com 2 anos de idade são oferecidas em vasos de cerâmica.




Cultivo caseiro e simplório, porém ecologicamente correto.



É muito apreciada em países, ou locais, de clima temperado, tal qual as orquídeas do genêro Sophronitis. Isso deve-se ao fato do verão por lá ser ameno , o inverno rigoroso é amenizado pela calefação das estufas ou do interior das casas. O calor excessivo ou a insolação sem circulação forte de ar úmido e fresco, desidrata-as em pouco tempo.




Novas Informações do Centro Nacional 
de Conservação de Flora:



A espécie é endêmica do Brasil, ocorrendo exclusivamente no Estado do Rio de Janeiro, na parte central da Serra dos Órgãos. Tem EOO de 283,45 km²; AOO de 36 km² e está sujeita a menos de 5 situações de ameaça, nos Campos de Altitude associados ao domínio fitogeográfico Mata Atlântica. W. rayneri é considerada um paleoendemismo das formações campestres de altitude, e uma das mais primitivas Amaryllidaceae americanas. Planta herbácea, rupícola ou saxícola, forma ilhas de vegetação sobre a rocha exposta ao sol, acima de 1000 m de altitude. Estimativas indicam a existência de 21 subpopulações de W. rayneri e uma redução populacional de cerca de 25% a cada cinco anos, atribuída principalmente a incêndios em sua área de ocorrência. A maioria dos incêndios na região se inicia devido à implementação de práticas inadequadas de manejo do solo. Em 2007, um único incêndio atingiu quatro subpopulações de W. rayneri, o que representa cerca de 19% de todos os remanescentes da espécie. Aproximadamente 70% das subpopulações naturais de W. rayneri estão sujeitas a algum processo de invasão biológica. A invasão por capim-gordura (Melinis minutiufolia) é uma ameaça significativa para esta espécie. Há indícios de pisoteio e evidências de que a espécie é palatável para herbívoros e de que o miolo do caule de W. rayneri é consumido por uma espécie de lagarta e por cabritos nas épocas mais secas. 




Conhecida por "rabo-de-galo" ou "imperatriz do Brasil", é muito utilizada como planta ornamental, uma vez que apresenta aparência inusitada diante das outras Amaryllidaceae e flores vistosas. É também considerada rara e, portanto, muito apreciada por colecionadores. Foram conduzidas ao longo dos últimos anos duas tentativas de cultivo da espécie no Jardim Botânico do Rio de Janeiro, sem sucesso. A planta é cultivada ilegalmente em sítios, fazendas e casas no alto da serra. No exterior, a espécie é cultivada e amplamente comercializada. O alto custo associado ao cultivo desta espécie tem influência direta na retirada de espécimes da natureza. Pesquisas realizadas com a espécie desde 1984 ampliaram de maneira significativa o conhecimento sobre a biologia e a ecologia deste taxon, entretanto, algumas lacunas ainda permanecem, principalmente a respeito dos aspectos reprodutivos, uma vez que até hoje se desconhece o polinizador desta planta. A espécie tem amostras de material depositadas em banco de DNA e possui Plano de Recuperação desenvolvido com base na melhor informação disponível (Moraes, 2009), porém, este não foi efetivamente colocado em curso. Apesar de ocorrer majoritariamente em Áreas de Proteção Permanente (APP) e dentro dos limites da Área de Proteção Ambiental da Região Serrana de Petrópolis (APA Petrópolis) e na Reserva Biológica Estadual de Araras (ReBio Araras), essas unidades não garantem a proteção da totalidade das subpopulações conhecidas de W. rayneri. Do modo como sua diversidade genética está distribuída, é necessário que todas as subpopulações se encontrem devidamente livres da incidência de ameaças. 



Conhecida popularmente como "imperatriz do Brasil" ou "rabo-de-galo", a espécie passou por diversas classificações taxonômicas, até ser finalmente estabelecida como gênero monotípico (Moraes, 2009). Merrow et al. (1999) em análises cladísticas para 48 gêneros de Amaryllidaceae, encontrou dificuldades em posicionar W. rayneri no clado americano da família, uma vez que suas características peculiares, como grande quantidade de mucilagem, bulbos aéreos, número de espatas igual a quatro, e ausência de paraperigônio sugeriam uma linhagem evolutiva independente dentro de Amaryllidaceae (Traub; Moldenke, 1949; Martinelli, 1984). Por esses motivos, W. rayneri é considerada um paleoendemismo das formações campestres de altitude do Estado do Rio de Janeiro, sendo considerada uma das mais primitivas Amaryllidaceae americanas, encontrando paralelo somente em espécies do gênero Griffinia (G. hyacinthina), com a qual compartilha maiores afinidades morfológicas (Strydom, 2005; Dutilh, 2005). O nome válido atualmente é Worsleya procera, entretanto, esta nomenclatura ainda não foi adotada pela Lista de Espécies da Flora do Brasil (Dutilh; Oliveira, 2012). Dutilh (com. pess.) argumenta que o W. procera seria um nome ilegítimo, e portanto o nome correto a ser utilizado de acordo com o atual Código Internacional de Nomenclatura Botânica seria W. gigantea, apesar de ainda não ter publicado seu posicionamento.

 

 Estimativas indicam que as 21 subpopulações de W. rayneri possuam cerca de 119.940 indivíduos, sendo a maior destas (Pedra do Boi Coroado) detentora de cerca de 17.560 indivíduos (Moraes, 2009). Moraes (2009) estima redução populacional de W. rayneri em cerca de 25% a cada 5 anos, atribuída principalmente a incêndios intensivos em sua área de ocorrência. W. rayneri apresenta maior variabilidade genética dentro das populações, quando comparada com populações isoladas em diferentes montanhas (Moraes, 2009). Além disso, os dados de Moraes (em prep.) indicam que as populações isoladas estão divergindo. A espécie apresenta Tempo de Geração estimado entre cinco e 10 anos (Moraes, com. pess.; Dutilh, com. pess.).
 
 
Planta herbácea, rupícola ou saxícola. Forma ilhas de vegetação sobre a rocha exposta ao sol, em ambiente xerofítico, juntamente com espécies das famílias Velloziaceae, Cyperaceae, Gentianaceae, Bromeliaceae, Poaceae, entre outras (Martinelli, 1984). Ocorre na testa de afloramentos rochosos situados sobre os Campos de Altitude (Martinelli, 1984; Moraes, 2009) associados ao domínio fitogeográfico Mata Atlântica (Martinelli, 1984; Moraes, 2009; Dutilh; Oliveira, 2012). O período de floração varia de Janeiro a Março, com pico em Fevereiro. Indivíduos em frutificação foram registrados entre Abril e Outubro (Moraes, 2009). W. rayneri aparentemente apresenta boa capacidade de regeneração, uma vez que apresenta grande quantidade de mucilagem e bulbo alongado, que auxiliam em sua perpetuação durante a incidência de incêndios ou durante períodos mais secos. Seu habito clonal também representa uma importante característica que influi em sua capacidade de recuperação, já que através do brotamento, novos indivíduos são gerados e rapidamente restabelecem o tamanho populacional após a incidência de algum fator que leve ao declínio populacional local (Moraes, 2009). Martinelli (1984) e Moraes (2009) não identificaram a presença de polinizadores para W. rayneri. Apesar de poucos estudos extensivos terem sido realizados neste sentido por estes autores, Moraes (2009) levanta a hipótese de que o polinizador destas plantas possa estar extinto. Entretanto, o mesmo autor indica a necessidade de estudos conclusivos para se afirmar com certeza este fato.


A espécie é endêmica do Brasil, ocorrendo exclusivamente no Estado do Rio de Janeiro (Dutilh; Oliveira, 2010). Representa um endemismo restrito a uma região específica na parte central da Serra dos Órgãos, Petrópolis, RJ (Martinelli, 1984; Moraes, 2009). Foi registrada a partir de 1000 m de altitude (Moraes, 2009). A Área de Ocupação (AOO)=18 Km² foi estimada com base no método adotado pelo CNCFlora (2012), e 6 Km² foi estimada com base no método adotado por Moraes et al. (submetido). A espécie é muito utilizada como planta ornamental, uma vez que apresenta aparência inusitada diante das outras Amaryllidaceae e vistosas flores. Aliada a isso, a espécie é endêmica restrita de uma pequena área da região serrana do município de Petrópolis, RJ, sendo considerada rara e portanto, muito apreciada por colecionadores. Foram conduzidas ao longo dos últimos anos duas tentativas de cultivo da espécie no Jardim Botânico do Rio de Janeiro, sem sucesso. Entretanto, a planta é cultivada em sítios, fazendas e casas no alto da serra, apesar de ser contra lei. No exterior, a espécie a espécie é cultivada e amplamente comercializada. O alto custo associado ao cultivo desta espécie (uma vez que os específicos requerimentos ecológicos devem ser simulados em laboratório para possibilitarem seu desenvolvimento) influencia diretamente na retirada de espécimes na natureza (Moraes, 2009; com. pess.).


Porte nobre: ares de rainha das plantas bulbosa.

No Estado do Paraná temos, em ambientação similar nas alturas da Serra do Mar , uma parente próxima da Flor da Imperatriz, é a Eithea blumenavia - foto abaixo, uma espécie igualmente pouco comum, porém bem menor em porte e menos vistosa. O gênero é também monoespecífico e a espécie é ainda mais desconhecida que a anteriormente aqui comentada.


  Eithea blumenavia 

Indo nessa linha e com mais alguns milhares de anos de evolução, esses
 amarylis ou açucenas tornar-se-ão tão charmosas quanto as orquídeas.

"A espécie ocorre nos Estados de Paraná, Santa Catarina e possivelmente no Estado de São Paulo. Possui AOO de 20 km². Segundo informação disponível, a espécie é rara, habita áreas de Floresta Ombrófila Densa do litoral, em subpopulações pequenas. A espécie é comercializada como ornamental. Seu habitat foi intensamente deteriorado e não há registro da espécie em unidades de conservação (SNUC). Estima-se que cerca de 50% da população desapareça nas próximas duas gerações, devido a coleta ilegal de indivíduos maduros. Por esses motivos, a espécie foi considerada "Em perigo" (EN) de extinção."

 


Cultivar plantas é ter parceria com Deus !



15 comentários:

  1. Parabéns, não conhecia! Gostei da forma como foi descrita! Seu blog é lindo!
    Abraços!

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  2. Ola! Parabéns! Essa "Rabo de Galo ou Flor da Imperatriz"é belíssima! Gostaria de cultiva-la, porem não consegui encontrar mudas dela para comprar. Por favor , se puder me ajude! Moro em São Paulo capital. Obrigado, um abraço.

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  3. gostaria de saber se alguem tem interesse em vender mudas dessa planta, ja procurei muito, tambem posso trocar por especies endemicas da minha regiao, cultivo algumas amarylidaceae nativas daqui,
    meu mail para contato é manbancilon@yahoo.com.br

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  4. Yo vivo en Neuquén, Argentina, y tengo un pequeño invernadero dentro de mi casa. Estaría gustoso de poder comprar una planta de Worsleya o semillas ¿será posible conseguir cultivadores permitidos? Gracias. No se hablar en Portugués. ¡Gracias!

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  5. Clemar: Esta espécie está na Lista Vermelha de Espécies em Extinção, seu comércio é dificultoso e requer registro no IBAMA. Eu recomendo que você procure estabelecimentos comerciais que trabalhem com plantas na cidade de Petrópolis no Estado do Rio de Janeiro, cidade bem próxima ao habitat natural. O Orquidário Binot, a Aranda Orquídeas e outros podem vir a ter exemplares em cultivo, ou saber quem os tem. Também a Associação Rabo de Galo poderia lhe ajudar. Procure na internet que vc acha os e.mails. Desejo-lhe boa sorte !

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    1. Gracias perfil da planta, por su respuesta y es una lastima que no se puede conseguir semillas, asi no se extinguiria por completo, ya que estari disperso por varios paises, con la respectiva autorizacion, gracias tambien , ya que a mi me ha servido su amable respuesta, y si usted sabe de algun establecimiento, en Rio de Janeiro, para poder comprar por internet, le estare muy agradecida

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    2. Procure na internet estabelecimentos comerciais que comercializem plantas ornamentais e orquídeas nas cidades de Petrópolis e Teresópolis no Estado do Rio de Janeiro. Talvez ache sementes ou mudas pequenas. Mesmo aqui no Brasil é muito difícil obter esta espécie para cultivo doméstico, deve ser muito difícil de cultivar em locais com verões quentes. Abraços

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  6. Um amigo do face conseguiu com certa facilidade germinar sementes e está com uma sementeira cheia de mudas, até ganhei uma muda desta "rainha", e até agora está vistosa e sadia! Adorei o blog, me elucidou muitas dúvidas, parabéns!

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    1. Se a grande maioria dos seres humanos destrói a beleza da Natureza pelo prazer de se afirmar como vivente forte e oportunista, uma pequena minoria segue se esforçando para prover os seres do futuro de orientação científica e relíquias biológicas mantidas artificialmente. Algo como uma munição para a grande restauração natural que certamente se fará necessária. Tenho feito minha parte divulgando e gerando interesse, faça a sua cultivando a "princesa das nuvens". Jamais esquecerá dela, enquanto for vivo vai lembrar da experiência do contato com a pequena planta da espécie rara Abraços...muito obrigado por nos visitar e deixar tão significativo comentário.

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  7. Você podia fazer um artigo aqui sobre as Vellózias brasileiras! a algum tempo quero cultivar esta planta , pesquisei na internet por informações, tanto em inglês quanto em português, e informações de cultivo parecem inexistentes! é como se ela não fosse cultivada em lugar algum do mundo!como uma planta tao bela e rara não existe informação significativa alguma na internet? mesmo sendo uma queridinha do mestre burle Marx . quero parabenizar você pelo ótimo conteúdo do blog, todos os assuntos aqui fascinantes! não me canso de ler.

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    1. Obrigado pelo comentário elogioso Rafael ! Eu também acho as Vellózias muito interessantes, são muitas as espécies, medram em lugares altos e toda esta complexidade ecológica relativa à elas é mal conhecida. O grupo botânico é de fato mal conhecido em geral. É um assunto que estaria muito relacionado ao contexto deste blog, vc tem toda razão, vou considerar a sugestão. Já escrevi muito aqui e estou tirando um ano sabático, parei de criar novas postagens para dar melhor acabamento para algumas que me são muito queridas e precisam de revisão de texto e melhor apresentação. Uma coisa preciso te dizer: todas as orquídeas que nascem em Vellózias são difíceis de cultivar, logo as hospedeiras não devem ser diferentes. Estas serras altas e semi áridas apresentam um clima único, muito seco e ventoso de dia e enevoado à noite, complicado reproduzi-lo. Mesmo aqui na gelada e úmida Curitiba, hoje faz bom frio, este tipo de planta apodrece devido a doenças derivadas do excesso umidade e da falta de ventilação. Meu email está na coluna lateral do blog, escreva para melhor se comunicar. Abraço e obrigado por vir aqui !

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  8. Ou se alguém souber onde possor encontrar mudas seguras desta planta me manda um e-mail danielbruno.angelo@gmail.com
    Obrigado

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  9. Ótimo artigo. Como faço pra adquirir uma muda ou semente dela?

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    1. Leia o que já foi escrito aqui nos comentários.

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  10. Sera que alguém poderia me informar onde consigo mudas ou Sementes dessa maravilhosa flor pois tudo oque li não deixa claro se posso conseguir ou não

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