VVVVVV>&&&&&%gt;gt;>>>>>>>>>>>>>>>>>"Ver e ouvir são sentidos nobres; aristocracia é nunca tocar."

&&&&&&>>>>>>>>>"A memória guardará o que valer a pena: ela nos conhece bem e não perde o que merece ser salvo."


%%%%%%%%%%%%%%"Escrevo tudo o que o meu inconsciente exala
e clama; penso depois para justificar o que foi escrito"


&&&&&&&&&&&&&&;>>gt;>>>>>>>
"
A fotografia não é o que você vê, é o que você carrega dentro si."


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"Resolvi não exigir dos outros senão o mínimo: é uma forma de paz..."

&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&"Aqui ergo um faustoso monumento ao meu tédio"


&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&"A inveja morde, mas não come."


sábado, 29 de maio de 2010

Observação e Cultivo - 2ª Parte


continuação da 1ª Parte...





" Sentir é compreender, visto que o 
universo não tem idéias."

Fernando Pessoa

Miltonia flavescens foi extremamente 
abundante no norte e no oeste do Paraná.

Na natureza, em lugares mais quentes , sombrios e úmidos, as plantas mostram-se mais verde-escuro, nas altitudes mostram-se mais expostas ao sol, porque lá não há temperaturas altas e a ventilação constante e úmida refrigera o aquecimento da luz solar. Sophronitis, Bulbophyllum, micro-orquídeas e Cattleyas bifoliadas demostram receber umidade intermitente constante. Quando assim ocorre, este conforto ambiental destituído de épocas hostis, a seleção natural faz os pseudobulbos desaparecerem das espécies nativas de locais onde as secas, de fato, não são tão severas. Há nesses casos uma preferência seletiva por aumentar o crescimento , sem promover maiores acúmulos de reservas e água. Assim sendo, podemos dizer que a forma e as  folhas falam, nos mostram suas adaptações, e o desenho geral delas é significativo para que possamos entender os tratos culturais necessários.






A Cattleya intemedia das serras de SC  é favorecida pela umidade constante da neblina noturna, nesses locais a névoa é quase diária, as plantas hidratam-se durante a noite, e fortificam-se pela alta luminosidade e ventilação diurna. A espécie em questão necessita de luminosidade , mas não pode desidratar; medra apenas nas proximidades do litoral onde há tal umidade constante o ano todo, os pseudobulbos apresentam-se finos e não guardam acúmulos para serem gastos na época de estio.




Abaixo a Cattleya loddigesii repete quase a mesma ambientação,
mas no interior de SP, porém em matas um pouco mais secas.



A Cattleya nobilior da região dos cerrados brasileiros, mostrada abaixo, adaptou-se ao clima mais seco e de muita luz, sendo uma das poucas espécies tolerante ao calor forte, as secas severas e a insolação plena. Cultivada em ambiente usual para Cattleyas, cresce toda molenga e não floresce, seus híbridos também herdam essa tendência. Precisa de 4 meses secos para estimular a floração, geralmente não floresce em cultivo ao ar livre onde chove constantemente. O oposto das C. intermedia e lodiggesii ; como poderiam plantas tão diferentes vegetar lado a lado e no mesmo regime de regas?


Cattleya nobilior ou walkeriana - as fotos não nos permitem precisar o diagnóstico da espécie,
 mas pelo toque amarelo no labelo parece ser a primeira , mostrando-se acima em lindas
touceiras, apresenta uma demanda ambiental por tempo seco
 e estação úmida curta e intensa.

Oncidium enderianum nas serras fluminenses.

Acima dos 1.200 m de altitude a temperatura raramente passa de 22°C , a neblina noturna é praticamente diária , vive-se nas nuvens, há luz e umidade em abundância; calor de mais 25°C raramente ocorre. Sophronitis coccinea não sobrevive em locais com temperatura superior a esse patamar e sem uma forte ventilação úmida. O verão curitibano, por exemplo, com temperaturas de quase 30°C, é fatal para essa espécie. Curitiba é fria, mas tem verões quentinhos , nas alturas nunca faz calor.



Sophronitis coccinea cultivada arejadamente em tronco de limoeiro-cravo vivo em Curitiba.


No frio úmido de Curitiba, com sombra e ventilação no verão, é possível a aclimatação.


Orquídeas rupícolas vivem diretamente sobre as rochas, como alguns do Epidendruns e Bifrenarias , sofrem bastante com as oscilações climáticas. As folhas finas das Bifrenarias parecem ser úteis apenas nos períodos mais chuvosos e nublados, sendo logo descartadas nas estiagens severas. Pleurothallis e Bulbophyllum rúpicolas das serras mineiras, mais parecem crassuláceas de desertos africanos, tal como estas, sobrevivem do orvalho noturno e das reservas de água e nutrientes acumuladas em seus pseudobulbos e flolhas carnosas, durante os períodos chuvosos ou úmidos.

Abaixo o Epidendrum stamfordianum vegeta sob condições esporádicas de estiagens, seus pseudobulbos claramente mostram esta condição. Plantas saxícolas vivem em condições mais úmidas e mais orgânicas que as rupícolas, a matéria orgânica em decomposição absorve , acumula e fornece umidade e a vida não é tão árida . Cattleya bowringeana é ocasionalmente rupícola, Laelia lucasiana estabeleceu-se saxícola numa fenda cheia de detritos orgânicos, em meio ao lageado alto e enevoado. Laelia cinnabarina tem gramíneas protegendo as raízes. A magnífica touceira de Cattleya warneri capixaba se beneficia da água do barranco escorrendo pela pedra em dias de chuva, os nutrientes carreados pela água chegam assim até ela. Cattleya aurantiaca, com flores cor-de-abóbora, em saudável viver sobre as rochas da Guatemala, os musgos e líquens são prova da ocasional umidade no local. Maxillaria picta vegetando como rupícola da Serra do Mar no PR. Pseudolaelia rupícola capixaba formando um volumoso maciço no alto da serra e Laelias rupícolas nas rochas das serras de MG.







Sophronitis wittigiana vive nas altitudes do interior de MG, tanto em rochas como sobre Velosias, durante o dia a aridez e o vento refrigerante, à noite a neblina constante muda radicalmente o cenário diurno - devido a altitude a temperatura sempre fica abaixo dos 25°C.

Nas nuvens !


Abaixo um exemplar de Cattleya walkeriana, ou de C. dolosa, esta constitui-se em seu híbrído natural com a C. loddigesii. A bela planta assiste de camarote o dia se desenrolar no interior de MG, a noite deve haver neblina ou orvalho e a água escorrer pelas pedras, durante o dia a ventilação impede o sol de queimá-la. Tirada daí e posta no sol direto sem ventilação, queima as folhas por completo e em poucos dias estará morta e seca, no vaso úmido na sombra apodrecerá. Um bom sistema radicular confere uma eficiente captação da água e nutrientes escorridos pela água da chuva no barranco. Uma foto muito boa para se entender como uma orquídea consegue se estabelecer no ambiente natural, e como é complicado mantê-las em vasos. Não se pode tratar todas do mesmo modo, sob pena de selecionar apenas aquelas que resistem aos nossos erros!




C. walkeriana epífita.


Dendrobium agregatum

Dendrobium anosmum

Dendrobium kingianum é rupícola e facilmente
cultivado ao ar livre em locais serranos.


Habitat de Schomburgkias ou Myrmecophila
as espécies gostam dos grandes calores .


Abaixo o terrestre e gigante Grammathophyllum speciosum asiático, amparado pela segurança hídrica das reservas do solo, espalha-se ao sol, hostentando vigorosa floração. Plantas terrestres são muito mais fáceis de se cultivar, seu sistema radicular é mais funcional, fazendo com que o crescimento seja muito mais rápido.


A Cattleya guttata, normalmente epífita, surpreendentemente apresenta-se na restinga como terrestre, nesse ambiente há um solo arenoso, aerado e rico em matéria orgânica em decomposição. Nasce na sombra e protegida, cresce e sobrevive então ao inclemente sol de verão na restinga porque o constante vento úmido do oceano refrigera suas folhas, permitindo-lhe assim, a estar ao mesmo tempo fria e ao sol. Retirada desta situação ambiental singular, não mantém o vigor observado na natureza


Esta espécie forma touceiras grandes, com pseudobulbos de até 1,5 m,  encimado por folhas grandes e robustas. Cactus são normalmente encontrados como vizinhos, alternam-se secas e longos períodos nublados e chuvosos; o vento nunca cessa e a noite ainda deposita maresia salina no ambiente. Retirada desse ambiente singular, super ventilado e úmido , acaba por queimar sua folhagem se exposta a mesma luz. Se colocada na sombra, seus pseudobulbos perdem tamanho e vigor, sua floração mingua. Deixa de ser a "guttatona da praia" e vira uma guttatinha bem mais modesta.


Acima touceiras de C. guttatas expostas ao sol pleno sob ventilação 
fria e úmida constante, nas proximidades do mar.

Abaixo vemos os saxícolas Cyrtopodium e Pholidota, vegetando 
junto ao material orgânico acumulado no barranco, onde 
nunca se acumula umidade excessiva.


O cultivo intensivo, com populações adensadas e várias espécies simultaneamente no mesmo ambiente, requer riqueza de soluções para resolver as demandas individuais . Vemos aqui um bom exemplo, Oncidium divaricatum medrando suspenso num quadro telado contendo xaxim. Embaixo no vaso seria úmido demais, suas raízes morreriam , no toco de madeira seria árido demais para suas raízes finas e ele desidrataria logo, no quadro telado feito especialmente para ele deu-se muito bem . As necessidades das diferentes espécies são realmente muito variadas , observa-se nas fotos seguintes como é preciso ser criativo para ter uma coleção de orquídeas mais abrangente. Ter muitas possibilidades de plantio e ambientação, significa ter sucesso nesse difícil gerenciamento de um acervo natural.

Oncidium divaricatum


Rodriguezia venusta bem arejada no jardim.


Brassavola perrinii.

Oncidium bifolium exibe raízes abundantes e saudáveis no tronco seco da palmeira
a água passa por ali e em seguida deixa seco o substrato natural.

Epidendrum ciliare.


Abaixo uma bela planta de Catasetum, terá de ser colocada em lugar quente e arejado!
 Na sombra junto com as cattleyas mingua, precisa de mais luz e calor no verão e de seca no inverno.



Embaixo temos uma estupenda coleção de C. mossiae coeruleas, cultivadas em Caracas com muito sucesso, provando que onde não se vê vasos enxerga-se sempre mais raízes e flores. Entendido o processo particular de sobrevivência dessas plantas, vamos acertando a forma correta de cultivo e percebendo as limitações do ambiente que possuímos, é sempre muito mais fácil cultivá-las em ambientes próximos de seus habitat. Orquidários comerciais estão quase sempre muito estrategicamente localizados , ou então muito bem aparelhados e constituídos para melhor abrigar o plantel . Vencidas essas dificuldades iniciais, observa-se, com o passar do tempo, um quadro de estabilidade.

Cadê os vasos ? Sem vasos é mais fácil ter boas raízes, as plantas comerciais são normalmente cultivadas e vendidas em vasos por comodidade de transporte e manutenção no antes e pós venda, além de virem de ambientes controlados onde nunca há excesso de umidade. As plantas acima estão arrumadas na grade apenas para a bela foto, com certeza não são cultivadas nesse local seco e claro demais. Orquídeas não nascem no deserto e nem na escuridão úmida, nascem onde se alternam períodos úmidos e secos, onde escorre a água com nutrientes.



Catasetum atratum
 Cyrtopodium palmifrons - suporta sol pleno, é

orquídea brasileira que parece uma palmeira epífita.

Cycnoches pentadactylon 
 prefere mais a sombra seca.


Pholidota articulata

Encyclia - Epidendrum ssp - MG


A elegância e a delicadeza da inserção das orquídeas nos seus hospedeiros é sempre perceptível quando as vemos na natureza, e nem sempre é possível reproduzir as mesmas condições. Nem precisam estar floridas para nos comunicar a força da sua integração com as boas condições do meio ambiente.






O inteligente estratagema de suspender sobre determinadas plantas porções de adubos orgânicos, parece funcionar muito bem, equaciona e demonstra com muita  propriedade e exatidão o modo de subsistência das orquídeas silvestres. Uma boa iluminação e ventilação, além de variedade no uso de vasos, cestas e pedaços de madeira, acabam por repetir as condições naturais já vistas aqui em árvores, barrancos e lajes. O adubo, quando molhado com água pura da rega, primeiro escorre, e depois pinga uma solução nutritiva resultante da sua lenta decomposição por sobre as plantas. Imita-se assim o processo natural de nutrição das orquídeas. Na árvore e na pedra, a planta vive do que a água lhe traz. O resultado dessa forma de cultivo é visível nas fotos !


Nas fotos vemos as bolsas escuras suspensas por sobre as plantas contendo adubo orgânico e químico misturados. Irriga-se e aduba-se ao mesmo tempo, água demais seria fatal, como o ambiente é controlado dá tudo certo. O local mostra-se estupendamente claro, o teto é de material opaco leitoso, também há bastante arejamento e onde não há nem excesso nem falta de água ! As plantas mostram-se secas, precisam secar, precisam secar...senão as raízes morrem ! As cestas abertas de madeira e as casacas de árvores mostram-se cheias de raízes saudáveis

Temperatura amena, ventilação constante, luz difusa farta e abrigo; somados à água de boa qualidade, finaliza o quadro necessário. Li e repito: uma orquídea não deve ficar mais do que quatro dias seca! Faça mais nebulizações com água da chuva ! Regue abundantemente apenas nos dias muito quentes !


As raízes grossas ao se umedecerem tornam-se bem verdes, mostram uma capacidade de rápida absorção de água de neblina. São raízes clorofiladas e apresentam capacidade fotossintética, devem ser preferencialmente plantadas em madeira dura ( cascas, sarrafos, troncos ou e caixinhas do mesmo material ). Nesses casos o sistema radicular é quase tão importante como as folhas e peseudobulbos, manter raízes estabelecidas e em grande quantidade é sinal de sucesso no estabelecimento ambiental de uma orquídea.



Laelias anceps e rubescens, mais a Cattleya trianei alba adaptam-se muito bem ao cultivo, quando livres de vasos e com suas raízes expostas, quanto mais raízes uma planta possue, maior será o seu vigor geral, esse parâmetro quantitativo radicular é muito seguro para avaliar o grau de sucesso de uma proposta de cultivo. Há livros mandando cortar todas as raízes ao se replantar uma orquídea ( !!!!! ) ; livre-se do substrato velho e decaído sim - mas conserve todas as raízes funcionais que a planta tiver. Só corte tudo se a planta for uma touceira fortíssima , com reservas de sobra, para então poder criar novas raízes em profusão num outro lugar ou substrato, sem se desgastar nesse processo. Mesmo assim, cortar todo o sistema radicular é uma barbaridade que só se justifica se ele , de fato, já estiver inoperante.



Laelia anceps é de fácil cultivo longe do calor e dos vasos.



Cattleya trianei alba em tronco.


Já as raízes, mais finas e menos evidentes, da elegante Maxillaria ubatubana, apreciam a umidade e a proteção inicial oferecida pelas fibras de xaxim, com tempo passam para a casca viva da árvore. Raízes podem indicar, pelo seu porte e disposição, o tipo substrato mais indicados para uma espécie, pseudobulbos e folhas claramente indicam a aclimatação original necessária.

Maxillaria ubatubana

Observar é preciso, não fique fazendo bobagens , observe a planta bem, só depois plante-a e escolha um local aparentemente adequado. Raciocine assim: essa precisa mais de luz que aquela, essa necessita de mais umidade, aquela vai torrar nesse sol, essa está muito na sombra...etc.



Laelia rubescens tem mesmo cultivo que L. anceps.

Mas se você é um brasileiro que nunca desiste de fazer o que quer, aprenda a cultivá-las matando-as, de uma forma ou de outra se chega ao ponto do consenso, ou à desistência pelo fracasso continuado.





Acima esta retratado o meu cultivo em apartamento, em Curitiba, tudo que aqui foi dito, está tecnicamente aplicado no meu muro porta-orquídeas, veja o artigo completo e sua continuação clicando nos links abaixo.


Cultivar orquídeas é uma ótima distração, o retorno é compensador,
 escaparam do extermínio completo seduzindo o carrasco!




OBSERVAÇÂO E CULTIVO - PARTE I




10 comentários:

  1. maravilhoso, adoro orquídeas

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  2. PRODIGIO DE LA NATURALEZA, SUBLIME, ES VERLAS EN SU HABITAT................ ES MI SUEÑO, VERLAS ASI MAS QUE EN UNA MACETA.....................

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  3. Adorei oblog esta otimo ja mideu algumas ideias !
    Queria saber se um unico bulbo de cyrtupodium brota ?
    Muito obrigado desde jah !

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  4. Caro Rafael:

    Cyrtopodium não é Dendrobium, normalmente não brota de um bulbo separado. Mas...já que vc tem o pseudobulbo em mãos, corte todas as folhas e deite-o na meia-sombra em lugar seco e pulverize um pouco de água da chuva nele no início da noite. Vamos torcer para que uma gema vegetativa desperte no meio do pseudobulbo ou na base. Quando desejar me consultar use meu email que está na coluna lateral do blog. Abçs

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  5. Gostaria de saber se o Sr.tem experiência com o uso dos vasos de barro poroso e preenchidos com agua,também chamados de ''pau de barro'' para cultivo de microorquideas ou outras plantas que se adaptem a ele
    Grato pela resposta
    José Carlos Falcón

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    Respostas
    1. Caro José Carlos: Veja a Parte I desta mesma postagem, lá vc encontrará fotos de orquídeas estabelecidas em moringas com água e nutrientes químicos ou orgânicos dissolvidos dentro, acredito que sejam úteis se bem manejados. Mais informações sobre outras dúvidas use o meu email que está na coluna lateral do Blog.

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  6. sou uma apaixonada por plantas, gostei de ler sobre orquídeas aprendi muito sobre elas e amei as belas fotos onde elas estão radiantes no seu hábitat

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  7. É uma pena não podermos falar com você a respeito do que vemos nesta pagina tão linda . Fica um vazio.
    Abraços

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  8. Meu email está permanentemente disposto na coluna lateral que é fixa para todas as postagens, bem próximo da minha foto, com um ícone de @ enorme para chamar a atenção. É uma pena que vc tivesse reclamado antes mesmo de olhar em volta, penso que perde boas chances de ficar quieta.

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  9. A agressividade sutil dirigida contra pessoas que nada fizeram, a não ser
    existirem e serem como são, é a marca registrada da inveja.

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